terça-feira, 27 de agosto de 2013

VÍDEO

Na página Vídeos você encontra o último episódio da série Autismo Universo Particular apresentada pelo Dr. Drauzio Varela no Fantástico.


quarta-feira, 21 de agosto de 2013

REPORTAGEM SOBRE AUTISMO

Para quem se interessa pelo assunto, vale a pena ler a reportagem " Pai de três filhos com autismo conta como aprendeu a encarar a vida de forma otimista", publicada pela Revista Crescer.
Ele relata como reagiu ao receber os diagnósticos, os tratamentos dos filhos e onde buscou apoio para se manter forte e enfrentar as dificuldades de cada dia.

http://revistacrescer.globo.com/Familia/Rotina/noticia/2013/08/pai-de-tres-filhos-com-autismo-conta-como-aprendeu-encarar-vida-de-forma-otimista.html

domingo, 18 de agosto de 2013

INSTITUIÇÕES DE APOIO A PESSOAS COM AUTISMO


No link abaixo é possível encontrar endereços de clínicas e grupos de apoio a pessoas com autismo .
Essa informação foi extraída do site do programa Fantástico.

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

VÍDEOS NOVOS

Visite a página Vídeos e assista aos episódios 1 e 2 da série Autismo Universo Particular, apresentada pelo Dr. Drauzio Varela no Fantástico.

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

ATENDIMENTO PSICOPEDAGÓGICO

A avaliação fornece ao profissional as informações necessárias para iniciar o processo de intervenção psicopedagógica. É a hora de explicar para a família como será a continuidade do trabalho. Deve-se deixar claro o número de sessões semanais, regras relacionadas a feriados, ausências e possíveis reposições, valores, etc...
Quanto ao período de duração da intervenção, é inadequado fixar um prazo, pois cada um tem o seu tempo para amadurecer e evoluir. O trabalho psicopedagógico é bastante eficaz, mas em alguns casos pode superar previsão estabelecida. Portanto, o que se deve salientar é que cada sessão dura em média entre 40 e 50 minutos e dependendo da necessidade elas ocorrerão uma ou duas vezes na semana.
Para o cliente é preciso também esclarecer sobre o sigilo. As crianças deverão saber a respeito de conversas periódicas com os pais e a escola a fim de informar sobre a evolução da sua aprendizagem. Explicar tanto para os pais como para o cliente que a importância de uma boa parceria entre a família/profissional/escola é fundamental para se obter um bom resultado. A troca de informações entre as partes envolvidas e em alguns casos entre outros profissionais (no caso de um trabalho multidisciplinar) é essencial. Tanto a família como a escola devem se empenhar para seguir as orientações recebidas. As regras e limites auxiliam a criança a se organizar tanto no ambiente familiar, quanto na escola e transmitem a mensagem de que a família se importa e se preocupa com ela. Sentindo-se segura e confiante a criança passará a acreditar mais na sua capacidade de superar obstáculos.
Com relação às crianças a principal barreira para o profissional é a resistência que muitas famílias têm em aceitar as dificuldades e muitas vezes a introdução de regras e limites que não existiam anteriormente acarretam mudanças na rotina familiar causando certo desconforto e contribuindo para a permanência da insegurança.

                  

Após o diagnóstico é possível detectar o grau de maturidade cognitiva e emocional do sujeito, constatar as principais dificuldades e angústias geradas pela não aprendizagem e a partir daí estabelecer quais as atividades e os materiais necessários para iniciar a intervenção.
Jorge Visca mostra a importância da Caixa de Trabalho durante o processo de resgate do aprender. A escolha do que será colocado dentro da caixa deverá ser em conjunto. O profissional pode sugerir alguns materiais e permitir que o sujeito também faça as suas escolhas. O jogo é um instrumento bastante eficiente e agradável de trabalhar na clínica porque atrai a atenção, desenvolve a concentração, a capacidade de elaborar estratégias, o raciocínio lógico, ensina a lidar com as frustrações auxiliando a controlar a ansiedade oriunda de situações que envolvem o ganhar/perder, estabelece regras e limites os quais devem ser seguidos, desenvolve a autonomia, ensina a esperar pela sua vez , trabalha critérios importantes no desenvolvimento do aspecto cognitivo como: seriação, classificação, conservação, etc..

                        


O olhar e a escuta do psicopedagogo deverá estar voltado as reais necessidades de seu cliente. Observar a atitude, a fala, a transparência das emoções, são importantes fontes de informação. Existem além dos jogos, materiais específicos usados na clínica, mas também é possível empregar a criatividade na confecção de outros instrumentos individualizados, personalizados, conforme a necessidade de cada caso.  Com tampinhas de garrafa é possível criar alfabetos, jogo de memória, bonecos e tudo aquilo que a imaginação permitir.
A leitura de livre escolha, a escrita espontânea, os desenhos, a produção de texto a partir de questões elaboradas ou simplesmente a partir de uma figura, são também instrumentos que podem ser explorados na clínica psicopedagógica.

                          

Outras maneiras de se trabalhar as dificuldades de aprendizagem é utilizando miniaturas variadas e com elas construir cenários que muitas vezes poderão reproduzir alguma situação vivenciada a qual poderá esclarecer algo ou ainda auxiliar a criança a lidar com as questões relacionadas à aprendizagem.
Fantoches, dedoches, papéis variados, lápis de cor, tinta guache, entre outros, são importantes fontes de expressão. Permitir que a criança manifeste os seus sentimentos pode ser o primeiro passo para a formação de um vínculo positivo e seguro no caminho da busca por uma aprendizagem plena.

O trabalho multidisciplinar deve sempre ser levado em conta quando houver necessidade. Em alguns casos durante o processo diagnóstico ficam em evidência possíveis falhas psicomotoras, imaturidade cognitiva e emocional. Essa imaturidade é percebida através dos testes projetivos, cognitivos, análise do esquema corporal e psicomotricidade. Para que a criança se alfabetize esses conceitos deverão fazer parte da sua vivência diária. Conhecer as principais partes do corpo, reconhecer direita e esquerda em si mesmo e em relação ao outro, noções espaciais e temporais, são alguns dos critérios fundamentais para uma boa aprendizagem. Quando existem falhas, a intervenção deverá ocorrer de forma que o sujeito tenha a oportunidade de desenvolver esses critérios e assim evoluir.